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Segundona da zoeira, cara quebrada e mudanças no Novo: polêmicas do fim de 2016

É, campeão - Apesar de alvo de críticas e mais críticas, Tony Montalvão conseguiu levar o Sete de Dourados ao título, com direito a eliminação operariana - apertadinho, mas foi - e goleada de 4 a 1 somando os dois jogos contra o Comercial. Apesar das notícias de calote e descontentamento do elenco e treinador Chiquinho Lima, em campo não houve o que contestar.

Série B, de b... - As primeiras notícias eram de participação de sete equipes. Aos poucos, houve uma debandada: saíram Cene, Ubiratan e Maracaju, e ficando só quatro. Campeonato totalmente irregular, com adiamentos e canetadas livres, inclusive com mudanças no regulamento. Ninguém contestou, a zoeira continuou e acabou como vimos: subiram Urso e União/ABC.

Possíveis uniformes no Novo vazaram em redes sociais
...de boca cala não entra mosca - Conhecido por ser falastrão, dirigente da Capital disparou contra "treinador açougueiro" em rede social. No fim do torneio, o alvo das ofensas conseguiu o acesso, enquanto o time do atirador de elite passou tremenda vergonha. Aqui se faz, aqui se quebra a cara.

Pífio, patético -  Na Série B, o campeão Urso jogou quatro vezes, ficando com três vitorias e um empate. Na Copa Karandá, amador de Naviraí, a equipe foi vice-campeã. Pior foi o vice-campeão e detentor do direito ao acesso, União/ABC, terminar a competição com uma vitória nestes mesmos quatro jogos disputados. Porém, o time também só perdeu uma vez.

OMO multiuso - Paulo Telles é ex-presidente do Cene e atual vice-presidente da equipe da Morada do Sol, hoje inativo. Após frustada tentativa de ser vereador e a derrota de seu fio de esperança, Bernal, na candidatura à prefeitura, Telles fechou com o Comercial - que ficou sem Marcelo Ricardo, que foi para o Novo junto a Sandro Muzzi, o Manolo, lanterna na Série B.

Marketing jenial - No futebol de Mato Grosso do Sul, coisas simples que até uma criança faria são tratadas como "ação de marketing". Dirigentes posando em fotos com a camisa do time ao lado de craques do passado ou até de personagens de desenho, e jogador levando uniformes em programas de TV, até aqui, deram resultado zero nas finanças. Entre torcedores, virou piada.

Ôôô, a confusão voltou - A confusão voltou à TV. Elson "Cabeção" Pinheiro" e Ricardinho Paredes, que estouraram a audiência da insossa TV Guanandi na hora do almoço com o Donos da Bola MS, fecharam acordo com o SBT MS e retornam à telinha em 2017. Horário, nome e formato ainda não foram divulgados, mas a expectativa é boa.

Bom senso - O retorno do "velho" Operário fez com que o Novoperário perdesse espaço. Isso e aventuras de gestão colocaram o time em situação delicada. Porém, parece que uma gota de bom senso pingou na direção do clube, que de uma vez por todas vai desvincular sua imagem do Operário, mudando nome e cores, em busca de sobrevivência. É o único caminho a ser seguido.

Ideia que não vingou - Sem conseguir a adesão das torcidas organizadas, ganhou apoio de "torcedores de sofá" e de cronistas fora da grande mídia. Assim, não conseguiu vingar boa parte de suas ideias. A escassez de títulos atrapalhou e a promessa de abrir um quadro popular de sócios com direito a voto foi cumprida, se transformando em uma equipe de 12 dirigentes e nada mais.

Amadorzão - O amador do Terrinha, na Vila Palmira, atrai cada vez mais gente e virou centro das atenções de muitos na Capital. Já a final do São Conrado foi transmitida pela TVE, ofuscando inclusive a final da Série B do Estadual, no mesmo dia e horário. Na Copa Karandá, o campeão da Série B foi vice, com casa lotada em Naviraí, onde acontece o torneio.

Durou pouco - A parceria entre Tony Montalvão e um policial na diretoria do Sete durou pouco. O rapaz bancou contratações com "nível de Seleção" e "atração internacional". Semanas depois, o clube de Dourados anunciou Caio Palma e cia. Não à toa a parceria durou pouco . Para piorar, o clube douradense ainda levou chapéu do Operário, perdendo o volante Eduardo Arroz.

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