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Há dois meses sem receber, jogadores do Novo deixam de treinar pelo segundo dia seguido

Os jogadores do Novo não treinaram pelo segundo dia seguido. Assim como já havia acontecido na quarta-feira (8), os atletas não fizeram trabalhos no gramado, mantendo a forma apenas na academia. A ‘greve’ é uma resposta aos dois meses de salários atrasados no clube, que não realiza pagamentos desde janeiro.

Em situação delicada na tabela de classificação, onde briga contra o rebaixamento – apesar de estar colado no G4 –, o Novo pode ter atrelado o desempenho na competição à crise financeira que passa desde o início da temporada. O primeiro sinal da fragilidade financeira aconteceu á vésperas da estreia no estadual contra o Comercial, quando o técnico Mauro Marino pediu demissão por ter recebido sondagens do Sete de Setembro, somado ao favor de contar com salários atrasados há meses.

Divulgação
A solução encontra para lugar de Marino foi Basílio Amaral, técnico então sem experiência que aceitou o desafio de comandar a equipe mesmo sem remuneração. No entanto, a insatisfação com a falta de pagamentos aos poucos chegou ao elenco. Nesta semana, o lateral-direito Luberto deixou o clube e acertou com o União/ABC, alegando atrasos salariais no clube esmeraldino.

De acordo com informações apuradas pelo Arquibancada MS, os jogadores se reuniram nesta quinta-feira (9) com a diretoria que teria prometido o pagamento para esta sexta-feira (10), quando os atletas retornariam aos treinos. A reportagem entrou em contato o diretor Marcelo Ricardo Rodrigues que afirmou que o assunto só poderia ser tratado com o presidente Américo Ferreira, porém o mandatário não atendeu aos contatos do Arquibancada MS.

Sem a preparação ideal, a equipe pode se prejudicar justamente em um momento de crescimento no estadual. Após cinco rodadas na zona de rebaixamento, o Novo venceu o Comercial por 1 a 0 no último sábado (4) e deixou a última colocação da chave para o Costa Rica, que tem cinco pontos, dois a menos que o alviverde, que enfrenta no próximo domingo (12), o Operário, no Morenão.

Por Arquibancada MS

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