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Não pagou? Chama o Jerson! E o Morenão? Tá vazio! Já o Brasil, quem diria, tá na Copa!

Sinto ciúmes... - O presidente comercialino Walter Mangini protagonizou uma bizarra cena de ciúmes dias desses. Sentido-se preterido por um site local em seu noticiário, ele ligou para um repórter de tal veículo afirmando que não mais concederia informações sobre o colorado.

... ciúmes de você - A atitude do mandatário pegou mal, afinal, uma boa conversa e o oferecimento de mais pautas resolveria o problema. Nota-se que a comunicação do clube é feita atualmente pelo filho e nora do presidente. Apesar desse elo familiar, são nulos os informes enviados pelo clube.

Do outro lado - No lado operariano, o erro se repete. Recentemente, um simples questionamento feito na Rádioweb Esporte MS sobre o público do jogo contra o União, na estreia, gerou grande revolta. No dia seguinte, a diretoria "entregou a rapadura" ao anunciar recontagem.

Company - Se poucos já não entendiam porque a firma de "consultoria empresarial" resolveu patrocinar o Operário e, depois, o Estadual 2017, o entendimento piorou após o não pagamento dos compromissos feitos. O consultor errou o local de investimento?

'Testemunha' aproveita sossego na arquibancada do Morenão
Seu barriga - Segundo uma fonte revelou à coluna, a Federação ficou sem receber, assim como o Galo, mas o presidente Francisco Cezário acionou o amigo Jerson Domingos, conselheiro do Tribunal de Contas e ex-presidente da Assembleia. Bastaram duas ligações e, abracadabra!

Falando nele... - Falando em Cezário, o chefe-mor do futebol sul-mato-grossense marcou presença na Arena Corinthians nesta terça-feira. Ele acompanhou ao lado do vice da FFMS e grande amigo Jamiro de Oliveira mais um show da Seleção, dessa vez sobre o Paraguai.

Falando nela... - A Seleção de Tite segue invicta. Além disso, a vitória peruana sobre o Uruguai classificou o Brasil para a Copa de 2018, na Rússia, matematicamente. Os jogadores disponíveis para a Seleção são os mesmos de dois anos atrás. A diferença, claro, foi o treinador.

Família Futebol - O bom desempenho agrada a chamada "Família Futebol", pois chama a atenção e faz pairar o clima de paz na CBF, a ponto de tirar o foco dos bastidores políticos e fazer com que Del Nero encabece mudanças que o garantam bizarramente no poder por muitos anos.

Peso pesado - Poucos podem não ter se ligado, mas o peso do voto de Cezário, por ser presidente da FFMS, vale o mesmo que o do dupla Grenal. Enquanto clubes da Série A tem peso dois e clubes da Série B peso um, as federações tem peso três, se tornando imbatíveis.

Peso às moscas - As últimas rodadas do Estadual no estádio Morenão foi de pouco público. Públicos que não passaram de 300 pessoas e até jogo com as arquibancadas fechadas para "economizar", como foi o caso do duelo entre Novo e Costa Rica, terminado em 2 a 2.

Cofrinho vazio - A decisão de fechar o setor, que beirou o ridículo, expõe mais uma vez algo que é dito faz tempo: até que ponto o futebol na Capital precisa e suporta do Morenão? O custo do local por jogo é de R$ 6 mil. Com baixo público, os clubes morrem com o prejuízo.

Plim, plim - Já que os clubes se negaram a jogar quarta-feira, saem Ricardo Freitas, Leomar e Tonhão da sua telinha para entrar Cleber Machado, Caio e Gaciba para Ponte Preta x Palmeiras. Ao menos é o que a emissora em SP confirma via assessoria de imprensa.

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