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Além de Paulinho, Costa Rica pode ter entrado em campo também com Sandrinho em situação irregular

A saga de escalações irregulares no futebol de Mato Grosso do Sul. Após a publicação da informação sobre o lateral-direito Paulinho, que teria sido escalado irregularmente pelo Costa Rica neste campeonato, outro atleta do clube pode ter jogado de maneira inapta este ano. O caso não foi denunciado ainda por nenhum clube.

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Reprodução/O Popular
Sandrinho, que venceu o Estadual em 2017 pelo Corumbaense e em 2018 defendeu a Cobra do Norte, foi expulso na final contra o Novo, no estádio Arthur Marinho, ao levar dois cartões amarelos. Como não foi realizado julgamento, ele precisaria apenas cumprir a suspensão automática.

Entretanto, o jogador de 31 anos não a cumpriu, já que não houve mais nenhuma partida naquela competição e ele também se transferiu para nenhuma das equipes que disputaram a Série B do Estadual 2017, conforme a as publicações realizadas no BID (Boletim Informativo Diário).

Já em 2018, Sandrinho atuou normalmente pelo Costa Rica sem cumprir a suspensão automática, ou seja, em situação irregular. Ao todo, ele atuou em seis dos oito jogos da equipe este ano, marcando dois gols nos dois primeiros jogos - derrota por 3 a 2 para o União no Morenão e vitória sobre o Comercial, também no Morenão, por 2 a 1.

Os outros duelos que participou foram o empate em 1 a 1 com o Novo, no Laertão, a derrota em casa para o Comercial, por 1 a 0, a vitória de virada sobre o Operário na Capital, por 3 a 2, e a derrota por 1 a 0 para o Novo, no Morenão.

Assim como no material relativo a escalação de Paulinho, o MS Esporte Clube seguiu um procedimento de checagem no BID da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e conferência de dados publicados pelo TJD-MS (Tribunal de Justiça Desportiva de Mato Grosso do Sul) no site oficial da FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul).

A punição para o Costa Rica, caso seja confirmada a infração pela FFMS, está prevista no regulamento da competição - já que está relacionada a contagem de cartões e suspensão automática. No caso, são seis pontos por cada jogo irregular, ou seja, 36 pontos. A Federação ainda não se pronunciou sobre a situação.

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