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De olho em 'inversão de vantagem', Operário denuncia Sete por escalar Rosalem irregularmente

A "bola cantada" na semana passada pelo MS Esporte Clube aconteceu: o Sete foi denunciado por um adversário pela escalação irregular do meia Gustavo Rosalem nas duas primeiras rodadas do Estadual 2018. O jogador foi condenado em 2017 a cumprir dois jogos de suspensão, mas teria cumprido apenas a suspensão automática.

Foto: Divulgação/Arquivo
O caso é semelhante ao do lateral Paulinho, do Costa Rica, mas diferença do clube do norte do Estado, os douradenses não correm risco de eliminação, já que a quantidade de pontos que pode ser perdida - seis - não irá alterar a tabela. Porém, pode tirar a vantagem no confronto contra o Operário, equipe que entrou com a ação nesta terça-feira (20).

Na semana passada, o Corumbaense chegou a analisar a possibilidade de entrar com tal ação, assim como o Águia Negra antes do início do mata-mata, mas ambos desistiram. Agora, o Sete é mais um clube que terá que se defender no TJD-MS (Tribunal de Justiça Desportiva de Mato Grosso do Sul).

Em conversa com a reportagem há duas semanas, o gestor do Sete, Tony Montalvão, afirmou que tem um documento convertendo a pena do atleta, que após a segunda rodada, se desligou da equipe e se transferiu para o Fluminense de Feira de Santana (BA).

Apesar da situação, a FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul) manteve o jogo de ida entre Operário e Sete, válido pela semifinal do Estadual, para essa quarta-feira (21) no Morenão. A Justiça Desportiva também não apresentou manifestação sobre tal.

O time de Dourados pode perder, conforme o CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva) seis pontos e, com isso, perderia a vantagem do empate no resultado agregado da semifinal e também o direito de jogar a partida de volta em casa - hoje o Sete tem 20 pontos, enquanto o Operário tem 16 somadas as campanhas da fase de grupos e quartas de final.

Julgamentos paralelos aos jogos

Mesmo com o Estadual em reta final, o TJD segue realizando vários julgamentos que podem ser cruciais para a competição e, demonstrando falta de bom senso, todos marcados para acontecer em noites de jogos, como é o caso da reanálise pelo Pleno da punição dada aos envolvidos na confusão do Comerário, em que Jefferson Reis agrediu o gandula Tadeu Kutter.

O julgamento acontece a partir das 19h. Já a partir das 18h, conforme publicado nesta terça-feira (20), será julgado um atraso de entrada em campo do Operário no jogo de volta contra o Novo, além do pedido de revisão impetrado pelo ex-lateral do Costa Rica, Paulinho.

Já a revisão solicitada pelo próprio clube será julgada a partir das 19h da quarta-feira (28) da semana que vem. Nesta quinta, duelam às 20h10 Novo e Corumbaense, pouco depois dos três julgamentos, enquanto no dia 28 acontece o jogo de volta em Corumbá, a partir das 20h45.

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