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Multado em 20,3 mil pelo STJD, Operário pode perder mais R$ 10 mil e Rodrigo Grahl

O Operário se classificou passando sufoco em campo ao empatar em 1 a 1 os dois jogos contra o Urso nas quartas de final, com direito a gol salvador aos 48 minutos da etapa complementar no Morenão. Fora de campo, o sufoco se repete, principalmente, quando se refere a situação financeira, agravada ainda mais por multas e possíveis futuras punições.

MS Esporte Clube/Arquivo
Depois de encarar o Sete no Morenão nesta quarta-feira (21), o Galo terá pela frente na quinta-feira (22), a partir das 19h, outra "batalha", dessa vez na sede da FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul), onde o TJD-MS (Tribunal de Justiça Desportiva de Mato Grosso do Sul) fará novo julgamento sobre o caso em que Jefferson Reis espancou o gandula Tadeu Kutter.

O novo encontro nos tribunais foi motivado por recurso movido pelo Comercial, insatisfeito com a primeira decisão do Tribunal, que deu multa de R$ 2 mil ao colorado (mandante do jogo), R$ 1 mil ao alvinegro, suspensão de oito jogos à Jefferson Baré (lateral do Comercial), 30 dias para Tadeu e 12 jogos para Jefferson Reis e o então massagista Raul dos Prazeres.

Além da absolvição total do clube e de seus atletas - depois de punido, Tadeu foi registrado no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) pelo Comercial -, a defesa colorada quer que a multa aplicada ao Operário suba para R$ 10 mil e que mais 10 jogos sejam acrescidos à pena de Reis e Raul, somando 22 partidas para cada um.

Afastado do elenco e já em cidade natal, Osasco (SP), Jefferson Reis já cumpriu seis partidas da suspensão - como a rescisão do atleta não foi publicada no BID, ele segue ligado ao alvinegro. Como o time jogará pelo menos mais dois jogos na semifinal, ele terá cumprido pelo menos oito partidas.

Grahl pode pegar quatro jogos

Outra revisão pedida pelo rival do Galo foi a absolvição ao veterano Rodrigo Grahl. As anotações na súmula, relatadas pelo quarto-árbitro da partida em que aconteceu a confusão, Everton Prates, indicam que o atacante também agrediu outro gandula, Ewerton Oliveira, conhecido como Parrudo.

Porém, no primeiro julgamento, imagens da confusão foram mostradas e, em nenhuma delas, Grahl apareceu envolvido em agressões, e sim separando. Assim, o procurador resolveu retirar a acusação no momento do julgamento e absolver Grahl.

No recurso, o colorado também pede que o atacante Firmino (antes conhecido como Coruja) também fosse denunciado e pegasse pena de seis jogos. Ele foi flagrado com uma barra de ferro na mão durante a confusão, mas não agrediu ninguém e, assim, nem sequer foi denunciado. Agora para o julgamento do Pleno, ele também não foi citado.

Multa de R$ 20,3 mil na Copa Verde

Julgado no em fevereiro pelo STJD (Supremo Tribunal de Justiça Desportiva) a revelia, o Operário foi multado em R$ 20,3 mil por incidentes na partida de ida da primeira fase da Copa Verde, que aconteceu dia 7 de fevereiro no Morenão, contra o Cuiabá.

Do valor total da multa, R$ 16,5 mil são referentes a falta de pagamento das taxas de arbitragem, aplicados conforme o inciso III do artigo 191 do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva) e inciso VIII do artigo 78 do Regulamento Geral de Competições da CBF.

Outros R$ 3,5 mil de multa foram aplicados ao Galo por causa de um rojão lançado contra o banco de reservas do Cuiabá por um torcedor, que foi identificado e retirado do estádio, mas ainda assim o clube não se livrou da multa. Por fim, o time foi multado em R$ 300 por atrasar a entrada em campo.

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