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TJD ignora argumentos do Comercial, não aumenta pena e Grahl segue liberado para jogar

Em julgamento realizado pelo Pleno do TJD-MS (Tribunal de Justiça Desportiva de Mato Grosso do Sul) na noite desta quinta-feira (22) o recurso do Comercial pedindo aumento de pena para os operarianos envolvidos na confusão do segundo Comerário.

Reprodução/TV Morena
Inicialmente, o colorado queria que o lateral direito Jefferson Baré (condenado a 8 jogos por dar uma voadora em Jefferson Reis no fim da confusão) e gandula Tadeu Kutter (condenado a 30 dias por provocar os operarianos) fossem inocentados, além que a multa de R$ 2 mil ao clube fosse retirada - ela foi impetrada pois o time era o mandante.

O Comercial pediu também que a pena de Jefferson Reis e do então massagista Raul dos Prazeres fosse aumentada de 12 para 22 jogos, além de pedir que o atacante Firmino fosse denunciado, podendo pegar seis jogos, e que o caso de Rodrigo Grahl fosse reanalisado.

Outro pedido foi para que o Operário fosse multado em R$ 10 mil - já que a multa aplicada foi de R$ 1 no julgamento da Primeira Turma. Entretanto, apenas os casos de Jefferson Reis, Raul e Grahl foram acatados e reanalisados, além da multa para o Galo.

Contudo, por unanimidade, foi negado provimento ao pedido do Comercial, livrando então o Operário de ter a multa aumentada em mais R$ 9 mil e que Raul e Reis recebessem mais 10 jogos de punição, além de liberar Grahl para jogar - ele poderia receber quatro partidas de suspensão. O colorado promete apelar ao STJD (Supremo Tribunal de Justiça Desportiva).

Também na noite de quinta-feira (22), foi julgado o atraso do Operário na partida contra o Novo, no dia 25 de fevereiro. Conforme relatado em súmula por Marcos Mateus Pereira - árbitro vetado pelo Galo no sorteio da semifinal - o time entrou sete minutos atrasado. Por isso, o TJD multou a equipe em R$ 910, já que não é reincidente nessa infração.

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