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No sufoco, Operário empata no fim contra o Urso e segue vivo na luta pelo sonhado título

Em mais uma má atuação, o Operário não conseguiu bater seu adversário, mas conquistou o empate que precisava para seguir vivo na briga pelo título Estadual. Dessa vez, o duelo foi pelas quartas de final, contra o Urso de Mundo Novo. Na ida, o placar foi 1 a 1, o mesmo da noite de hoje. Agora, o Operário espera o vencedor de Sete e União para conhecer seu próximo rival.

Divulgação/OFC
O duelo começou com o Operário usando dois volantes de marcação, Daniel e Quirino, buscando manter a posse de bola e evitar as ações ofensivas da equipe visitantes, já que na ida, em Mundo Novo, o placar foi de 1 a 1 e se um empate se repetisse, a equipe garantiria vaga na semi.

Porém, após rápido ataque pelo setor direito da defesa alvinegra, quem abriu o placar foi o Urso, aos 17. O zagueiro André Paulino colocou a mão na bola dentro da grande área e a arbitragem marcou pênalti, sem muita contestação dos jogadores operarianos.

Na cobrança, Renan colocou a bola no meio e Pereira ainda conseguiu defender, mas a bola sobrou na pequena área de novo para Renan, que mesmo coma chegada da marcação, conseguiu abrir o placar e colocar o Operário em situação complicada.

Em desvantagem, o treinador Celso Rodrigues sacou Querino e colocou o atacante Coruja para dar mais poder ofensivo ao time. Porém, a mudança não surtiu efeito prático e o primeiro tempo terminou em 0 a 0, após pelo menos duas chances serem desperdiçadas.

Etapa final e classificação emocionante

Já no segundo tempo, a equipe operariana voltou sem mudanças, apesar do mal desempenhos de alguns atletas, como o atacante Rodrigo Grahl, que pouco produziu, sem e com bola. O time voltou pressionando o Urso depois do intervalo.

Com sua principal referência ofensiva jogando mal, o Galo seguiu com má pontaria. Além disso, erros de passe e falta de mudanças táticas fizeram com que o time persistisse nos erros. O cansaço, por volta dos 25 minutos, também começou a pesar. A bola trabalhado pelo chão passou a ser alçada na área, em um verdadeiro "Cucabol".

Para tentar mudar, o jogo, mesmo com Grahl em campo, o treinador Celso Rodrigues sacou o camisa 10 e veloz Jullyan, e colocou em campo o meia-atacante João Vitor. Enquanto isso, o centro-avante recém chegado Pedro Henrique permaneceu no banco de reservas. Outras chances foram desperdiçadas pelo ataque operariano.

Aos 33, quem entrou em campo foi o meia-atacante Juninho, substituindo o lateral-direito Edy. Aí, o Galo se lançou ao ataque para o tudo ou nada. Aos 35, em bate rebate dentro da grande área do Urso, a bola sobrou para Grahl na pequena área. Quase caído, ele pegou mal na bola e Roger defendeu.

A blitz operariana persistiu, com o Urso encolhido na defesa e buscando em bolas longas o contra-ataque usando os espaços deixados na defesa dos campo-grandenses. O desperdícios de chances  no ataque continuou, com vários chutes, mesmo da entrada da pequena área, indo para fora.

Contudo, o desespero se tornou glória nos acréscimos, aos 48 minutos. Em cobrança de escanteio, André Paulino, causador do pênalti na etapa inicial, subiu mais alto que a defesa do Urso e fez o gol que o time precisava para passar e fase, indo do inferno ao céu.

Com pouco tempo de reação, restou aos visitantes aceitar a eliminação. Muitas críticas foram feitas à arbitragem. Enquanto isso, o elenco operariano foi comemorar junto à torcida, que fez a festa na arquibancada do Morenão até o apagar das luzes do estádio.

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