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Acabou a festa! É hora de voltar ao trabalho pois a 'Família do Futebol' não pode parar...

Acabou o jejum - O Operário saiu da fila e, apesar de tanto tempo sem beliscar um estadual sequer, segue na liderança de títulos conquistados. Agora são 11 em MS (15 ao todo, juntando com o período de MT uno). O jejum alvinegro serviu apenas para o Cene, hoje inativo, nascer e conquistar seis títulos, e para o Comercial conseguir quatro.

Carreata do Galo campeão (Foto: Franz Mendes)
Diferença reduzida - Apesar do domínio ainda estar com o Galo, a diferença foi reduzida. No seu último título, o clube reinava com 10 canecos, enquanto o colorado tinha apenas metade. Agora, a diferença caiu para dois títulos - margem que os operarianos prometem voltar a aumentar.

Festa na avenida - Logo após o fim da partida, os atletas do Galo saíram no caminhão do Corpo de Bombeiros desfilando com a taça do título pela cidade, acompanhados de dezenas de carros e motos. O trajeto começou no Morenão, indo pela rua Trindade até a Eduardo Elias Zahran. De lá, a carreata seguiu até a Ceará, entrando então pelo viaduto na Afonso Pena.

Misturou - A carreata seguiu até o final da principal via da cidade, na entrada do Parque dos Poderes, e retornou até a rua Bahia, onde entrou e seguiu até chegar no Clube Ypê, onde foi realizado uma festa para torcedores e jogadores do ginásio do clube. O inusitado foi que, no meio do caminho, operarianos se misturaram a corintianos que comemoravam o título paulista.

Volta ao batente - Mas acabou o período festivo para torcedores, cronistas e dirigentes. No Corumbaense e Novo, o foco é a Série D. No Operário e Comercial, o Sub-19 é prioridade pela vaga na Copinha 2019. Aliás, em 2019 podem pintar várias mudanças no futebol local.

Eleições - No Operário, agosto é mês eleitoral e por ora não há consenso sobre nomes. Existe indefinição também no Corumbaense, que entra em período eleitoral também neste ano. Lá, existe o temor da redução dos repasses, que eram encabeçados pelo falecido prefeito Ruiter. O vice no Estadual gerou uma pequena crise, com dispensa de jogadores, Gianni Freitas e do diretor Renê.

Afastamento - Já no Sete, o gestor Tony Montalvão (que levou a equipe a um título e duas semifinais em três anos) prometeu se afastar e licenciar o clube da disputa do Estadual. Nos bastidores, correm rumores de que ele pode assumir parceria com o rival Ubiratan este ano e, em 2019, participar da gestão do Operário, que vai disputar além do Estadual, a Série D, Copa do Brasil e Copa Verde.

Muda, mudou - Bastou uma reuniãozinha e o regulamento do campeonato, sim, foi mudado na fase semifinal para atender medidas da CBF. Ao invés de distribuir as vagas nacionais entre os quatro colocados, como determina o regulamento, elas ficarão centralizadas em campeão e vice. ao que tudo indica, o MP se calou e também faz parte da grande "Família do Futebol".

Rusgas, meras rusgas - O Corumbaense ameaçou entrar na Justiça contra o Sete, pela escalação de Gustavo Rosalem, mas não o fez. O Operário, idem. Depois, Sete e Corumbaense ameaçaram ir à Justiça contra o Galo por causa de uma ata de 2014. No fim das contas, tudo terminou em breves rusgas e mais uma vez a "Família do Futebol" teve um final feliz.

Taça fraca - Entra ano e sai ano, e a qualidade dos troféus em Mato Grosso do Sul seguem aquém do esperado. Por uma infelicidade das meninas que faziam o evento, o troféu de vice caiu e acabou quebrando o "jogador" que ficava em sua ponta.

Arruma, arruma - A cerimônia de entrega foi atrasada por alguns minutos até que fosse feito o "remendo" pelo deputado estadual Beto Pereira e pela vice-governadora Rose Modesto. Logo depois de entregue, o "monumento" se desmantelou de novo.

A culpa é de quem? - Feito de plástico, uma simples queda quebrou o troféu de um campeonato que rendeu milhares de reais à FFMS. Culpa de quem o adquire ou de quem o fornece e, ao invés de prestar atenção no material, prefere meter o bedelho no trabalho do filho?

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