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Galo em crise ou é tudo 'armação'? Vice-prefeito vem do esporte? Leia agora, no Blog da Redação!

Em uma quarta à noite - Hino executado em som automotivo, ao melhor estilo batidão. Um goleiro com "garrafa de tereré" à beira do campo. Quatro gols balançando a rede. Oitenta e cinco testemunhas na arquibancada. Desânimo extremo nos derrotados. Mais uma quarta-feira no estádio Morenão, mais um dia de luta contra o rebaixamento.

Onde fica o toilette? - Depois da expulsão do nobre lateral Luberto, do União, que urinou atrás de uma placa antes do jogo contra o Novo, agora foi o goleiro Lyon, do Operário de Dourados, que precisou se aliviar, mas foi o "número 2". O fato aconteceu no jogo contra o União, em Itaporã. A bola já estava rolando e o árbitro teve que parar a partida para que o atleta fosse ao toilette.

Peregrino - O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, está se tornando um peregrino. Se não conhecia a cidade, conheceu agora. Antes de visitar vários postos de saúde e até ameaçar demitir o secretário de Saúde, ele também peregrinou por obras relacionadas ao esporte logo depois de lançar o calendário oficial de eventos esportivo da Capital, no mês passado.

Botafogo-PB bateu o Operário por 4 a 1 na Copa do Brasil
e deu "primeiro passo" para suposta crise no Galo
(Foto: MS Esporte Clube/Nyelder Rodrigues)
Tucanou - O prefeito lançou o calendário na Esplanada Ferroviária e seguiu para o ginásio Guanandizão. Depois, ele rumou ao Parque Ayrton Senna para ver em que pé está a construção da pista de atletismo. Quem não deixou de seguir os passos de Marquinhos foram dois tucanos que já estão de olho em 2020 e, um deles, pode ocupar a vaga de vice-prefeito nas próximas eleições.

Ex-Funesp - O presidente da Câmara Municipal, João Rocha, e o chefe de gabinete de Reinaldo Azambuja, Carlos Alberto de Assis, podem pintam no posto até lá. O primeiro é e ex-presidente da Federação de Judô e o segundo é ex-presidente do Comercial. Ambos já comandaram a Funesp. 

Fala, que eu te escuto - A derrota por 4 a 1 para o Botafogo-PB, seguido de vitória modorrenta sobre o Novo, e empate em 2 a 2 com o Sete fora de casa, fez eclodir inúmeras críticas ao elenco operariano. Os torcedores, na bronca, reclamaram muito da suposta falta de desempenho do time. A diretoria, que não é boba nem nada, escutou a tudo e anunciou uma "recall".

Manda bronca - Em entrevista à MS Web Rádio, o presidente Estevão Petrallás disse que vai conversar com o gerente de futebol Rodrigo Gral e com o treinador Arilson Costa sobre a situação, além de dizer que os jogadores deveriam ter mais disposição e que iria cobrar isso de todos, afinal, caso houvesse atraso de pagamento, todos iriam em sua porta pressioná-lo.

Advogado do diabo - Logo depois, o clube lançou em seu site oficial uma nota prometendo mudanças no elenco, não descartando dispensas de atletas. O ato apenas reforça que existe uma crise entre diretoria e elenco, eclodida pelo presidente ainda no calor do pós-jogo. 

Marquinhos Trad, acompanhado de João Rocha ao lado
e Carlos Alberto de Assis, logo atrás
(Foto: MS Esporte Clube)
"Erooou"! Mas eis que surge a questão: a bronca é real ou a cartolagem está apenas "jogando para a torcida"? Seja qual for "escolha", em ambos os casos há falha grave na forma como estão lidando com a situação.
 E como já diz Fausto Silva, nessa o Galo "erooou", e errou feio!

É pra tudo isso? - No Estadual, o Operário é o vice-líder, mesmo com um jogo disputado a menos, e perdeu apenas para o líder isolado Águia Negra, em Rio Brilhante, em seis jogos disputados. Tem a segunda melhor defesa e o segundo melhor ataque. Além dos resultados, mal desempenho mesmo, segundo a crítica, apenas no jogo contra o Novo e na derrota para o Águia. Será que, após vencer o Estadual em 2018, todos esperavam mesmo um time avassalador?

Borderô - Ah, os borderôs... Velho problema em Mato Grosso do Sul e que levantou suspeitas e reclamações dos clubes visitantes na Copa do Brasil. Em Corumbá, o presidente do Luverdense esbravejou contra a renda divulgada e só deixou "morrer" a questão, pois, nas próprias palavras dele, "ganhou R$ 625 mil com a classificação e a bilheteria não faria falta".

Borderô 2 - Já em Campo Grande, o Botafogo-PB quis ir mais longe e, além de reclamar informalmente, tentou registrar um boletim de ocorrência. Desistiu, mas não assinou o borderô. Aos que não sabem, a 60% da renda fica para o time que conquista a classificação.

Em dia - Após o atraso que deixou fornecedores "na mão", o repasse da primeira parcela do convênio entre Fundesporte e FFMS foi colocado em dia. Contudo, ninguém ainda se manifestou se a imprensa foi ou não contemplada no acordo, como em anos anteriores. Cezário garantiu à Acems que sim, mas há quem diga que não, já que o valor de R$ 36 mil teve que ser devolvido em 2018, pois não havia conta para o depósito. Assim, o responsável pelo projeto achou melhor cortar a verba. Simples.

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