Sorte no 'amor', azar no jogo! Ministro e prefeito vão ao estádio, mas perdem para o 'time do povo'

Comerário, ainda o maior - Diferente do que alguns pregam hoje, a maior rivalidade entre torcidas em Mato Grosso do Sul continua sendo entre Comercial e Operário. O jogo também é o de maior público e renda no Estado. O borderô aponta público de 2.528 torcedores e renda de R$ 35 mil. Na abertura, Operário e Corumbaense teve 2.050 torcedores e renda de R$ 30,6 mil.

Melhor em campo - Fernandinho foi o melhor do Comerário, ao menos na opinião deste que vos escreve. O craque não estava na escalação inicial, mas Daniel sentiu problema muscular no aquecimento. Assim, ao acaso, Fernandinho entrou como ponta-direita e fez seu papel.

Todo-campista - Volante de origem, posição em que foi campeão estadual ano passado, Fernandinho por pouco não foi para o boliviano Blooming em 2019. Sorte do Galo, que trouxe um jogador de confiança. "Também jogo como meia central ou mesmo como hoje, pelas pontas. Onde precisar, consigo jogar bem", frisa o próprio atleta, que tem passagem pela base do Santos.

Ministro da Saúde, Mandetta aproveitou para conferir o
clássico neste domingo no Morenão
(Foto: Otávio Neto/CBN CG 93,7 FM)
Homens do poder - O atual ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e o prefeito Marquinhos Trad, marcaram presença no clássico. Conhecidos colorados da Capital, os primos, que passam por bom momento político, não demonstraram a mesma sorte no jogo e viram o Operário, chamado por muitos como o Galo do Povo, virar e vencer por 3 a 1.

Na bronca - Jogadores e dirigentes colorados saíram na bronca com o árbitro do Comerário de número 190, Augusto Borges Ortega. Consideram que o pênalti marcado sobre Fernandinho foi inexistente e reclamam que ele prejudicou o time, que já tinha levado a virada de 2 a 1, mas poderia se recuperar e empatar, ou até virar o jogo. Pois é, pois é, pois é...

Mais bronca - Sábado, no duelo União 0x1 Serc, a arbitragem foi alvo de protesto dos presidentes dos dois clubes, extremamente nervosos com as marcações. Conceituado ex-árbitro não titubeou em esclarecer: não existe maldade, só erros para os dois lados. Acontece, é da vida.

Muita bronca - A comemoração colorada ao abrir o placar no clássico não foi considerada a das mais amigáveis, afinal, Renato Maceió imitou uma galinha enquanto corria para a galera. Tal gesto é tido como maior ofensa possível contra o Operário, conhecido pela alcunha de Galo.

Pega leve - A provocação de Maceió aconteceu, justamente, no primeiro Comerário após a confusão em que o gandula e terceiro goleiro colorado Tadeu Kutter foi perseguido e agredido pelo atacante Jefferson Reis. Será que ninguém orientou o novo atacante colorado que tais provocações podem ser evitadas, principalmente depois de tudo o que aconteceu ano passado?

Vai pra lá! - Metido a esperto, torcedor com a camisa do América-RN, toda vermelha, comemorou efusivamente o gol do Comercial no setor dos torcedores operarianos. Resultado: chamou a atenção dos policiais, que o retiraram dali prontamente. O sujeito, com "cara de bunda" e sem poder reagir, teve que ouvir quieto a vaias e xingamentos. Vai vendo...

Jogador de 'mil reais' - Conhecido por seu temperamento explosivo, Eduardo Arroz foi um dos melhores do Galo na derrota contra o Águia Negra em Rio Brilhante, há duas semanas. Porém, foi ofuscado por ele mesmo: em entrevista, ofendeu os rivais, os chamando de "jogadores de mil reais" e que vão sempre jogar no MS.

Mais calma... - Já no clássico de domingo, Arroz teve atuação mais tímida, mas também mais segura na marcação. O jogador mostrou mais tranquilidade em campo, assim como todo a equipe, apesar de sair atrás no placar. Sinal da experiência ou efeito Arilson Costa?

Cera - O goleiro Rodolfo viu o colorado sair à frente no placar, apesar do jogo ainda estar na metade do primeiro, e iniciou uma sequência de "ceras". Cedo demais. Logo o empate veio e Rodolfo passou a se levantar mais rápido que gato escaldado.

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