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TJD 'rasga' punição aplicada ao Sete e equipe poderá jogar em cidade vizinha a Dourados

O TJD (Tribunal de Justiça Desportiva) de Mato Grosso do Sul voltou com a corda toda em 2019. Logo de cara, o "respeitável" tribunal rasgou uma decisão proferida pelos próprio órgão em 2018: a perda de três mandos de campo do Sete de Dourados por causa da confusão envolvendo torcida, PM (Polícia Militar) e jogadores na semifinal contra o Operário, no Douradão.

Com isso, o time foi julgado e sentenciado a cumprir a pena, sendo obrigado a disputar seus jogos a mais de 100 km de distância de sua sede. Na estreia no Estadual, o time jogou no Morenão e venceu foi derrotado pelo Águia Negra por 4 a 0. Já a segunda partida em que cumpriria a punição, contra o Operário, iria acontecer em Campo Grande também, mas foi adiada.

Foto: Reprodução/TV Morena
Porém, em ofício divulgado ontem (1), a presidente do TJD, Celina Dantas, liberou a realização dos dois jogos restante no estádio Chavinha, em Itaporã, cidade vizinha a Dourados, localizada a apenas 18 km de distância e meros cerca de 25 minutos de carro.

O estádio também vai receber os jogos do Operário Atlético em 2019 e, após cumprida a punição do Sete, a equipe campeão estadual em 2016 também jogará em Itaporã, já que o estádio Douradão está fechado para partidas profissionais por falta de laudos, sem previsão de que haja solução.

A renda dos dois próximos jogos do Sete como mandante deverá ser doada para o hospital local de Itaporã. A próxima partida da equipe "em casa" será no dia 13 de fevereiro, uma quarta-feira, contra o União. Depois, no domingo (17), o time recebe o Comercial.

Três dias depois, já com a punição encerrada e sem precisar repassar renda ao hospital, acontece a partida remarcada contra o Operário. Todos os jogos não poderão acontecer à noite, já que o Chavinha não tem iluminação aprovada dentro das normas exigidas.

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