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A uma semana de julgar o Aquidauanense, TJD-MS está sem procurador e auditores

Mesmo com julgamento marcado para a próxima quinta-feira (14), o TJD-MS (Tribunal de Justiça Desportiva de Mato Grosso do Sul) ainda não oficializou seus novos integrantes, já que o mandato dos atuais membros venceu em fevereiro - com duração de quatro anos, o mandato de Celina Dantas à frente do órgão teve início em fevereiro de 2015.

Em 2018, Costa Rica trouxe ex-advogado do Flu para tentar
se livrar de punição (Foto: Arquivo/MS Esporte Clube)
Na quinta-feira, às 18h, o TJD deve definir se punirá com a perda de seis pontos o Aquidauanense, pela escalação irregular de Alex Faria no duelo de estreia do Estadual, contra o Operário de Dourados, no estádio Noroeste. Alex estava fora do BID da CBF.

A pena prevista é de perda da pontuação máxima da partida (três pontos), além da pontuação obtida no confronto em julgamento (como venceu por 3 a 2, também são três pontos). Os gols da partida também são desconsiderados para critério de desempate.

Hoje, no espaço reservado ao TJD no site da FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul), os únicos componentes listados são a presidente Celina e do vice Cerilo Casanta Calegaro Neto. Porém, apenas no Pleno, são necessários nove auditores, além de um procurador.

Há ainda a necessidade de escolha de mais 10 auditores e dois procuradores para compor a 1ª e a 2ª comissões disciplinares do tribunal, ficando seis integrantes - cinco auditores e um procurador - para cada uma delas. Somando todos indicados, são 22 nomes, já incluindo presidente e vice.

Os nomes são indicados em conjunto entre FFMS e OAB-MS (Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Mato Grosso do Sul). De acordo com a Federação, a lista será publicada em breve, e até sexta-feira (1), faltavam apenas dois nomes para ela ser fechada. O TJD é formado por advogados voluntários, diferente do que ocorre com tribunais de outras esferas da Justiça brasileira.

Formação até ano passado

Além de Celina e Cerilo - respectivamente, presidente e vice, ambos membros do Pleno -, mais nomes constavam até no espaço reservado ao TJD no site da FFMS como membros do tribunal, até o início do ano passado. Pouco depois, por volta de março, todos foram retirados dali.

O Pleno era formado, também, por Guilherme Pierim Freitas, Osmar Cozzati Neto, Bruno Duarte Vigiliato, Ramon Aniz Brizuenã, Lauciney Ramos, Marcos Borges Ortega e Eliezer Carvalho. Já a procuradoria era de responsabilidade de Wander Vasconcelos Galvão.

A primeira comissão disciplinar contava com os auditores Paulo Essir, Patrick Hernandes, Gabriel Cassiano Abreu, Handel Correa de Campo e Adilson Viegas de Freitas Junior. Thyago Yatros era o o designado como procurador do TJD-MS.

Já a segunda comissão tinha Wilson Pedro dos Anjos como procurador, contando com Manoel Afonso, Arthur Aberlado dos Santos Saldanha, Abrão Romero Barbosa Pereira da Silva, Sergio Nascimento  Cabrita e Rafael Silva Vilas Boas como auditores.

No posto desde 2015, muitos dos citados podem retornar ao TJD. Neste período, muitos deles participaram de julgamentos polêmicos, como o que inocentou o Operário da escalação irregular de Eduardo Arroz, em 2017, mas fez com que o Costa Rica perdesse pontos e ficasse fora do mata-mata em 2018, pela escalação irregular do lateral Paulinho.

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