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E se o Galo não ganhar, olê, olê, olá: organizada vai a treino e cobra reação no campeonato

Os resultados e o desempenho aquém do esperado após a derrota por 4 a 1 para o Botafogo-PB na Copa do Brasil continua incomodando muitos operarianos. Por isso, na segunda-feira (4) alguns integrantes da TGO (Torcida Garra Operariana) foram até o Clube Campestre Ypê, sede provisória do clube e onde os atletas do Galo treinavam naquela tarde, para cobrar uma reação do elenco.

Foto: Divulgação/OFC
No local, os torcedores foram recebidos pela diretoria, comissão técnica e jogadores - estes últimos liderados pelos zagueiros Rodrigo Arroz e André Paulino. Em conversa franca e pacífica, os membros da TGO puderam expor insatisfações com o futebol apresentado.

Os jogadores admitiram as más exibições e destacaram que vão redobrar o empenho em campo para reerguer o time no campeonato. Os torcedores também conversaram com o gerente de futebol e ex-atacante do clube, Rodrigo Gral, que reforçou a promessa dos jogadores.

Já o treinador Arilson Costa, alvo inclusive de "fogo amigo", com pedido de demissão feito até por diretores do clube, como o vice-presidente Nelson Antonio da Silva e o diretor Ari Portugal, agradeceu o apoio dado à equipe pela torcida na arquibancada enquanto a bola rola. Ele segue no cargo, já que o presidente Estevão Petrallás, com aval de outros diretores, o manteve.

Clima pesado

"Só fomos cobrar mais empenho, mais futebol. Aqui existe uma torcida que vai para onde o Operário for. Hoje eles vestem essa camisa e cobramos empenho, porque vai ser bom para todos", afirma um torcedor. Outros torcedores também revelaram sentir no Ypê um "clima pesado", com jogadores cabisbaixos e diretores nervosos.

Outra fonte, de dentro do clube, frisa que o momento é delicado. Para contornar a situação, uma vitória com bom futebol sobre o Costa Rica no próximo sábado (9) é tido como essencial. "Existem coisas de fora, de diretoria, influenciando o grupo", revela.

Má campanha

Desde a queda na Copa do Brasil, o Operário acumula problemas, apesar de ter um elenco vasto, com 28 jogadores, um dos maiores orçamentos e salário em dia. Na vitória por 2 a 0 sobre o Novo, o time venceu mas não convenceu. Depois, a equipe encarou o Sete de Dourados fora de casa e empatou no sufoco, em 2 a 2, uma rodada após o mesmo Sete perder por 2 a 0 para o Comercial.

Já no empate por 1 a 1 com o Aquidauanense no Morenão, por pouco os visitantes não levam os três pontos, jogando melhor na etapa final. Na saída do vestiário, parte da torcida foi na saída do vestiário cobrar melhora dos jogadores. No sábado de Carnaval, a equipe foi até Itaporã para encara o xará e lanterna da competição, Operário de Dourados, ficando apenas no empate em 2 a 2.

Apesar de sair na frente, com gols de Jones e Alberto (pênalti), o Galo bobeou e viu os donos da casa empatarem com Gabriel Húngaro, nas duas vezes. Além disso, o time quase sofreu o terceiro gol no fim da partida, deflagrando uma onda de críticas. De vice-líder, a equipe caiu para quinto.

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