Em mais um dia de 'São Rodolfo', Comercial e Azulão empatam; Águia bate o Sete em Itaporã

A decisão ficou mesmo para o Morenão. O Aquidauanense não acertou a mira e ainda esbarrou em "São Rodolfo" e terminou o duelo contra o Comercial com um empate sem gols, o que mantém a vantagem do empate para o colorado no duelo de domingo (7), às 15h, em Campo Grande. Já em Itaporã, o Águia Negra desbancou os Sete de Dourados e venceu por 3 a 1.

Foto: MS Esporte Clube/Nyelder Rodrigues
No estádio Noroeste, apesar do jogo às 15h de quarta-feira, casa cheia. O torcedor comercialino também compareceu e apoiou o time do início ao fim. Os donos da casa foram soberanos no primeiro tempo e chegaram com muitas facilidade ao ataque, criando várias chances.

Foram, pelo menos, 5 oportunidades claras de gol desperdiçadas pelos atletas, que chutaram todas muito por cima do gol. Já na etapa final, o Comercial voltou melhor e neutralizou o adversário, chegando à frente em rápidos contra-ataques e quase abrindo o placar duas vezes.

Em contrapartida, o Aquidauanense só foi melhor nos últimos 15 minutos, pressionando bastante o rival e esbarrando no goleiro Rodolfo, que fez pelo menos três intervenções importantíssimas para salvar o Comercial da derrota e manter o elenco vivo para o duelo de volta. Quem passar desse confronto fará o primeiro jogo da final em casa, decidindo fora.

Vitória inesperada em Itaporã

Já no estádio Chavinha, o Sete de Dourados recebeu o Águia Negra e foi surpreendido com uma derrota por 3 a 1, fazendo o time de Rio Brilhante praticamente garantir a vaga na final. Para reverter essa situação, o Sete terá que vencer no Ninho da Águia, domingo, às 17h, por três gols de diferença. Caso vença por dois gols, a vaga fica com o rubro-negro, que tem a vantagem do empate.

Todos os gols saíram no segundo tempo. Aos dois minutos, Kareca abriu o placar. Salomão ampliou aos 31. Luis Miguel, que este ano ganhou o apelido Gugu, diminuiu para o Sete aos 38 minutos. Por fim, aos 43, Kareca de novo marcou, fechando o placar em 3 a 1.

Na mídia douradense, houve reclamações de dois pênaltis supostamente legítimos e que foram não marcados para o Sete. Já os rio-brilhantenses reclamaram de gol supostamente legal e que, mesmo assim, foi anulado pelo árbitro Marcos Mateus.

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