Faltou respeito? Após eliminação, futevôlei entre atletas do Galo causa indignação da torcida

A eliminação para o Aquidauanense nas quartas de final do Estadual acabou com o sonho de repetir, em 2020 a temporada com "calendário cheio" que a equipe terá em 2019, com Copa do Brasil - que vale cota mínima de R$ 525 mil - e Série D.

Goleiro Jota e lateral-esquerdo Gerson no futevôlei
(Foto: Reprodução/Instagram)
Porém, a descontração dos atletas pós-eliminação vem desagradando a torcida operariana, que reclama das sessões de futevôlei do time. Confirmada a queda no sábado (31 de março), o Operário se resignou, sem postagens nas redes sociais e no site oficial.

Em contrapartida, os jogadores seguiram postando em seus perfis do Instagram fotos jogando futevôlei na sede do clube, o Clube Campestre Ypê. Boa parte do elenco participou das atividades, além de membros da comissão técnica.

Sem cerimônia, fotos foram postadas na rede social, algumas delas respondidas por torcedores, questionando a situação. Nem mesmo jogadores campeões em 2018 e que são "queridinhos" da torcida foram poupados das críticas.

Oficialmente, ainda não há definição nenhuma sobre a situação da equipe para o restante da temporada. O Galo, que jogou o Estadual com folha salarial estimada em R$ 190 mil, mais R$ 32 mil da comissão técnica, estreia na Série D no primeiro fim de semana de maio (4 ou 5 de maio), contra o Patrocinense, em Patrocínio, na região do Triângulo Mineiro.

Relacionadas

Postar um comentário

Receba nossas novidades