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Parceria com Tony Montalvão é vetada e Operário segue sem definição para jogar a Série D

Faltando menos de um mês para a disputa da Série D do Brasileirão - a estreia acontecerá fora de casa, dia 5 de maio, um domingo, contra o Patrocinense (MG) - o Operário segue sem definição para a disputa da competição. Uma das opções para "acertar" o time, a chegada do gestor Tony Montalvão ao clube foi vetada essa semana após reunião entre conselheiros operarianos.

Foto: Reprodução
Gestor do Itaporã em 2015 e do Sete desde 2016, Tony conquistou em cinco temporadas um título da Série B e outro da Série A, além de chegar a quatro semifinais, passar pelo River (PI) na Copa do Brasil e fazer o Sete ser o primeiro do MS a se classificar na fase de grupos da Série D nacional.

Mesmo assim, a chegada dele ao Galo enfrentou resistência de alguns diretores, conselheiros e do futuro presidente do clube, Edilson Osnei Nazareth Duarte, atualmente à frente do conselho deliberativo. Duarte deve assumir o comando do clube em breve.

Para isso, é necessário que o atual presidente, Estevão Petrallás, e o vice Nelson Antonio da Silva, entreguem as cartas de renúncia. Contudo, enquanto isso não acontece, a preparação para a Série D caminha lentamente, desde questões de gestão até o campo. Ainda não há acerto formalizado com nenhum treinador, nem com o time que deve representar o alvinegro na competição.

Entre os atuais jogadores, poucos devem permanecer, incluindo os zagueiros André Paulino, Rodrigo Arroz e Bruno Centeno, além do volante Daniel Lucini e o goleiro Gelson. Outros nomes são avaliados, assim como o de reforços. Entre os mais cotados, continuam na lista Salomão, artilheiro do Águia, e o atacante Tiziu, do Azulão. Otacílio Neto e o goleiro Rodolfo também estão no radar.

Série D

Os jogos da Série D do Brasileirão estão agendados para acontecer sempre aos fins de semana (ou seja, sábado ou domingo). O Galo começa sua caminhada dia 5 de maio contra o Patrocinense, em Minas Gerais. No fim de semana seguinte, recebe em Campo Grande o União, de Rondonópolis (MT). Depois, encara o Anapolina, em Anápolis (GO).

Já nos duelos de volta, o Operário encara o Anapolina dia 26 de maio, em Campo Grande, e depois visita o União. Encerrando a primeira fase, Galo terá pela frente a Patrocinense, na Capital, dia 9 de junho. Dos quatro, o que foi mais longe em seus respectivos estaduais foi o União, que chegou até a semifinal. Operário e União ainda não definiram os treinadores para a disputa.

O Anapolina terá no comando o já conhecido e rodado Waldemar Lemos, de 64 anos. Ele é também irmão de Oswaldo Oliveira. Enquanto isso, o Patrocinense terá Thiago Oliveira à frente da equipe. Todos eles chegaram neste semana, junto com mudanças no elenco.

No Mato Grosso, o União anunciou cinco dispensas após o mato-grossense e a saída do treinador Odil Soares. Um novo nome ainda não foi anunciado, mas reforços já foram apresentados, entre eles o zagueiro argentino Oscar Brizuela, que fez carreira no futebol goiano.

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