Autódromo de Campo Grande é pista que traz boas lembranças na equipe Hot Car

O traçado do Autódromo Internacional de Campo Grande, com seus 3.433 metros, é repleto de boas lembranças para os pilotos da Hot Car Competições, equipe que disputa neste final de semana a sexta etapa da temporada 2019 da Stock Car. Isso porque os pilotos Rafael Suzuki e Pedro Cardoso, além de apreciarem os desafios oferecidos pelo circuito, têm motivos de sobra para esperarem um bom desempenho no final de semana.

Rafael Suzuki teve em Campo Grande suas primeiras experiências a bordo de um carro de corridas, logo após fazer o salto das competições de kart para o automobilismo, ainda em 2006. “É uma das pistas com traçado mais legal do calendário, com vários pontos de ultrapassagem. Foi em Campo Grande que comecei a treinar em carros de fórmula quando saí do kart. Acumulei uma boa quilometragem lá em testes”, lembra o piloto de 30 anos.

Ele destaca também os desafios do traçado. “O asfalto está muito agressivo com os pneus, trazendo um desgaste muito acentuado. Então quem souber dosar o ímpeto nos momentos certos, aliado a uma boa estratégia, vai conseguir trazer um bom resultado, sem sombra de dúvida”, diz.

Pedro Cardoso, de apenas 20 anos, faz visita à capital sul-matogrossense pela primeira vez após a vitória conquistada na Stock Light – categoria de acesso à Stock Car – em 2018, naquela que considerou, na ocasião, a melhor corrida de sua carreira. “Foi minha primeira vitória na Stock Light, e aquilo tirou um peso enorme das minhas costas e me ajudou muito na preparação para chegar até a Stock. Então, chegar a Campo Grande e não se lembrar daqueles momentos é impossível”, registra.

Sobre o traçado, o piloto fala de como a pista é ‘manhosa’: “É uma pista bem desafiadora porque exige muito dos pneus, que se desgastam muito rápido. Acertar a volta na classificação também é essencial, porque só há uma chance de se fazer o máximo com pneus novos. O traçado é muito divertido, com uma reta longa e uma curva de alta no final e algumas freadas fortes; as áreas de escape também deixam a pista mais segura. A cidade é muito legal, sempre com muito público e um pessoal muito fã da Stock Car”, afirmou.

Chefe da Hot Car Competições, Amadeu Rodrigues concorda com seus pilotos sobre as armadilhas que o traçado oferece. “Tivemos um desempenho muito bom em Campo Grande ano passado; o principal problema vai ser o desgaste de pneus, e como viemos de duas etapas com pistas que também eram muito severas com a borracha. Aliado a isso o fato de termos só dois dias de programação, o que torna os treinos livres muito importantes”, destaca.

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