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TJD retoma atividades e presidente diz que é preciso julgar o Carijó para Estadual voltar

Após mais de dois meses paralisados, os membros do TJD-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) vão retomar os trabalhos, conforme resolução publicada pelo órgão no último dia 21. Com isso, todos os prazos legais para trâmite de processos foram restabelecidos.

Auditores que participaram do primeiro julgamento, que
retirou 16 pontos do Corumbaense mas teve o resultado
revisado posteriormente pelo Tribunal
(Foto: Nyelder Rodrigues/MS Esporte Clube)
Entre os trabalhos que estavam parados por causa da quarentena de enfrentamento ao novo coronavírus em andamento no tribunal está o 'Caso Vandinho', atleta escalado irregularmente pelo Corumbaense e que pode resultar no rebaixamento do clube para a Série B do Estadual.

No momento, existe uma apelação da acusação sob análise do órgão e que deve ir em breve para julgamento do Pleno, última instância estadual da Justiça Desportivo. Declaração na semana passada do presidente do TJD-MS, Patrick Hernandes, para a rádio Esporte MS, chamou a atenção.

De acordo com Patrick, é necessário julgar esse caso antes de ser dado continuidade ao campeonato. No primeiro julgamento, o time perdeu 16 pontos e acabou rebaixado, deixando a oitava vaga no mata-mata para a Pontaporanense. Contudo, o time recorreu e conseguiu reduzir a punição.

Com a pena atenuada, o time perdeu 6 pontos, mas continuou na zona de classificação - no Sul-mato-grossense, 10 times disputam o campeonato, sendo dois rebaixados e oito classificados para o mata-mata. Porém, o caso ainda deve ser analisado pelo Pleno para ser sacramentado.

Porém, segundo Patrick, ainda não há previsão de quando deve ocorrer o julgamento e sequer como ele deve ser realizado, já que a pandemia do novo coronavírus impede a realização de reuniões em ambientes fechados e com aglomeração de pessoas.

O presidente do TJD frisa que existe a possibilidade de se fazer o julgamento com a presença apenas dos auditores e advogados envolvidos, além de uma equipe de transmissão ao vivo, porém, ele segue mantendo a preferência por uma audiência aberta, com intuito de manter padrões de transparência exigidos para a Justiça Desportiva, segundo explicou na entrevista.

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